quarta-feira, 21 de abril de 2010

Marvel vs. Capcom 3 é oficialmente anunciado!

Olá, galerinha do mal!

Aqui quem fala é Migeru, trazendo para vocês notícias sobre a nova continuação de um dos maiores crossovers da história dos jogos de luta: Marvel vs. Capcom 3!

Primeiro pôster oficial do jogo.
Depois de babar com os personagens da frente, reparem nas sombras atrás...

Segundo o site G1, a Capcom anunciou o desenvolvimento do jogo semana passada, durante o evento Captivate. O título está previsto para ser lançado no primeiro trimestre de 2011, para PS3 e XBox 360.

O game terá a mesma jogabilidade e gráficos dos últimos jogos de luta da Capcom (Street Fighter 4, Tatsunoko vs. Capcom). Ou seja, teremos gráficos em 3D, lembrando cel-shading (apesar de não ser) e jogabilidade em 2D, seguindo o sistema de MvC 2: três lutadores, com possibilidade de trocas e ataques combinados durante a luta.

Até agora, temos 30 personagens, dos quais 6 já foram confirmados:

Marvel: Wolverine, Homem de Ferro e Hulk;
Capcom: Ryu (Street Fighter), Morrigan (Darkstalkers) e Chris Redfield (Resident Evil).

O pôster oficial também dá sugestões dos outros personagens que vão aparecer: vi Chun-Li, Capitão América e... impressão minha ou eu vi o Deadpool??

Enfim, sem mais delongas, o trailer:




Achei as escolhas pros pares de lutadores meio "inusitadas", mas enfim XD

Tudo indica que o estilo do jogo vai realmente enveredar pelos últimos jogos de luta da Capcom. Ainda não pude jogar SF4 ou Tatsunoko vs. Capcom, mas espero que consigam resgatar o climão de arcade dos outros jogos (que, afinal, fazia parte da graça). Depois de uma década esperando, as expectativas são para um game nada menos que ÉPICO ano que vem! 100 andares esperando para serem medidos!

segunda-feira, 19 de abril de 2010

Review: LANTERNA VERDE DIMENSÃO DC - ED. 19

Olá amiguinhos! Estamos de volta e hoje vamos falar de Lanterna verde 19. analisando título por título e depois resumindo a edição.

Lanterna Verde: 


Hal Jordan está dominado pelo Anel Vermelho e os lanternas azuis parecem estar perto do fim contra os Lanternas vermelhos.
Essa parte é realmente bem fraquinha, serve mais para conhecermos melhor as tropas como prelúdio para a noite mais densa além de dar um gancho pro agente laranja.
Não chega a ser uma história ruim, mas é bem fraca analisando no contexto geral, mas o trabalho de roteiro de Geoff Johns aliado ao talento artístico do fodasso Ivan Reis faz essa edição merecer uns 80 andares.

Tropa dos lanternas Verdes:

Devo admitir que O título da tropa, ao menos para mim, é bem mais interessante do que o título principal do Lanterna verde. Nessa edição vemos que Mongul tomou conta de Daxam e as aventuras iniciadas nas edições passadas começam a se desenrolar.
Como já disse, sou uma putinha desse título a interação da tropa e a abrangência que esse título traz . 90 andares fácil!

Os útimos dias do Homem Animal:

Esse é o título mais sem sal do Mix da revista. gosto do personagem, mas realmente não é qualquer roteirista que sabe trabalhar bem. não tenho muito a falar sobre isso 40 andares tá mais do que suficiente.

Quando a gente analisa num contexto geral a revista vale a compra, ainda mais com os eventos que vem por aí. 75 andares.

Formato americano (17 x 26) 100 páginas. Papel Pisa Brite. R$ 7,95 Distribuição nacional. Capa couché. (Green Lantern 38, Green Lantern Corps 33, Last Days of Animal Man 5, Last Days of Animal Man 6)

É isso aí pessoal, essa semana vão ter mais posts e espero que gostem.

quinta-feira, 25 de março de 2010

Dica de filme: Scott Pilgrim Vs. The world

Eu vi esse trailer lá no site do Melhores do Mundo. Já tinha ouvido falar na obra original de Scott Pilgrim, mas como não havia material (ao que parece a primeira edição será lançadaem breve nas terras do pau-brasil) e não acho que seja um material para ser baixado deixei por isso mesmo.

Porém quando vi este Trailer simplesmente foda, tive que ver, rever e postar aqui para espalhar isso pelo mundo.



E aí oq acharam?

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Review: Turok

 

Éééééééééé amiguinhos! de volta ao bom e velho blog. vamos começar aplicando as novas medidas de avaliação.

O jogo é turok, para quem já joga videogame (e na verdade, pra quem não joga também) é uma franquia de "Matar dinossauros Grandões iariariar!"

Perdão pelo meu constante breve momento de insanidade. A série se iniciou no quase bom Nintendo 64 com o nome  "Turok: Dinosaur Hunter" e contava a história de um índio chamado Turok (O Rly?) que precisa capturar um artigo místico, o jogo se passa um um planeta selvagem onde enfrentamos dinossauros (gigantes iariariar!) outras tribos indígenas e os malditos insetos. o jogo teve mais 3 ou 4 sequências no 64 e mais um jogo nos videogames da Geração seguinte.

Mas o Turok em questão está na geração atual de videogames e se trata de um Reboot, na franquia de Jogos.

Neste jogo você assume o papel de um Militar de elite chamado Joseph Turok, que após um incidente com seu pelotão é enviado de volta para operações militares regulares. sua primeira missão é capturar seu antigo líder de treinamento em um planeta selvagem repleto de dinossauros (O Rly²)



Sua nave é abatida antes de Pousar no Planeta, causando um acidente e espalhando toda sua equipe. a partir daí é você contra bandidos que trabalham para o vilão e dinossauros loucos e assassinos.



 Bom vamos parar com o resumo e partir para o Jogo. 


O jogo para mim começou de forma empolgante pois sou um grande fã de Turok o que me fez ficar alegre cada vez que um inimigo novo ou uma nova arma aparecia, depois de um certo tempo o jogo começou a ficar normal e suas falhas começaram a pipocar na tela.

O gráfico é fraco para um Game de nova geração, somente é perdoável por ser um jogo do início do PS3.

A Jogabilidade é bem fraquinha, um dos maiores erros de jogos FPS's é colocar o tiro no R2 é inconveniente demais. A variedade (ou a falta) de armas é brochante, os outros turoks tinham armas de todos os tipos que você podia carregar, nesse jogo, além da pouca variedade você só pode andar com duas armas de fogo(você sempre fica com uma faca e o clássico arco e flecha).
A facilidade para morrer é imensa, e o jogo parece megaman de vez em quando, inimigos não param de vir se você não fizer um determinado movimento

Mas paremos de falar dos contras e falemos dos (poucos) prós.

Matar dinossauros é divertido.

O T-rex é foda!

É basicamente isso...


Depois de zerar cheguei à conclusão de que Turok só merece ser comprado se você for fã de: Turoks antigos, matar dinossauros ou sadomasoquismo


A escala do Jogo é 30 metros e somente por causa da nostalgia de jogar um turok. até a próxima

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Casa de Babel - nova medida de avaliação!

Olá, galerinha! Estamos de volta!
Como foi o Ano Novo pra todos? Espero que 2010 tenha começado com o pé direito pra vocês /o/

Estou aqui para anunciar que, a partir de agora, as resenhas no Casa de Babel terão uma medida de avaliação própria: a torre!

Decidimos fazer algo que tivesse a ver com o nome do blog, e não demorou pra surgir a relação com a história da Torre de Babel. No conto bíblico, os homens tentaram construir uma torre que alcançasse os céus e os tornasse próximos de Deus. Parecidos são os autores das mais variadas obras, que com elas tentam alcançar sucesso, prestígio, riqueza, fama e glória. Claro que na maioria das vezes, suas obras não podem alcançar a perfeição por conta deste ou daquele detalhe, assim como os homens não puderam concluir a lendária torre porque começaram a falar em línguas diferentes e pararam de se entender.

E é por falhas como essas que, às vezes, alguns autores acabam fazendo besteiras que ficam difíceis de endireitar depois...


Por essa razão, decidimos adotar
a torre como modelo de medida. Queremos saber até que ponto o autor conseguiu "elevar" sua obra, até onde conseguiu chegar.


Explicando a medida

A avaliação funcionará assim: ao final de cada resenha, atribuímos à obra uma torre com determinada altura (medida em metros). Quanto maior for a torre, melhor foi a avaliação da obra. Assim, obras interessantes, de qualidade, terão torres mais altas, enquanto obras ruins, com pouca qualidade, terão torres mais baixas.

As notas (ou alturas) vão de 0 a 100 metros, pra simplificar.

100 metros significa que a torre "alcançou os céus": a obra é perfeita, digna de um arranha-céu (não pude evitar o trocadilho =P) imponente como o Empire State Building:

Aos bons, a glória...


0 metros significa que a torre "mal chegou a ser construída", ou começou muito mal: a obra é muito capenga e desmorona fácil, fácil, como um barraco:

... e aos ruins, a ruína.


É isso aí, pessoal! Espero que gostem da nova avaliação nas próximas resenhas. Qualquer sugestão, o espaço para comentários está aberto a todos. Aguardamos sugestões, críticas, elogios, correntes, declarações, merchan...

Um abraço e até mais, galera!

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Siege, a (nova) revolução no universo Marvel?

Para atualizar quem está desinformado: Norman Osborn está coligado com Dr. Destino, Loki, Capuz e outros, e se encontra no comando do  Universo Marvel, controla uma agência de espionagem (HAMMER) que substituiu a SHIELD conta com seu próprio time de Vingadores e tem o comando da Inciativa, e atualmente tem planos de tomar o poder em Asgard, terra do poderoso Thor, recentemente banido de lá graças às maquinações de Loki.


esta é a premissa de Dark Reign, uma série que mostra como os vilões dominaram o universo marvel.

Maaaaasss... Como todos nós sabemos que mudanças nos quadrinhos são que nem promessa de Bêbado, tudo irá mudar mais uma vez novamente again

A nova saga promete trazer a velha trindade de volta ao mainstream, Thor, Capitão América e Homem de Ferro, além de botar os heróis no Comando da bagaça toda.

Confira alguns teasers liberados pela  casa das ideias:




quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Os Meios de Mídia Subjugados

No mundo atual os meios de mídia tornam-se cada vez mais acessíveis e comuns do cotidiano das pessoas. Itens como Jornal impresso, Computador, internet, Televisão e vários outros.
Porém ainda existem meios que, apesar de um visível crescimento, ainda são tratados como formas inferiores de entretenimento, é o caso da indústria de jogos eletrônicos (videogames) e da indústria de histórias em quadrinhos.

História em quadrinhos, quadrinhos, gibi ou HQ é uma forma de arte que conjuga texto e imagens com o objetivo de narrar histórias dos mais variados gêneros e estilos. São, em geral, publicadas no formato de revistas, livros ou em tiras publicadas em revistas e jornais. São conhecidos como comics nos Estados Unidos, bande dessinée na França, fumetti na Itália, tebeos na Espanha, historietas na Argentina, muñequitos em Cuba, mangás no Japão, manhwas na Coréia do Sul, manhuas na China e com várias outras designações pelo mundo fora, em muitos países, incluindo o Brasil, também é conhecida por Arte sequencial.

Um videogame, game ou jogo é um jogo eletrônico no qual o jogador interage com imagens enviadas a um dispositivo que as exibe, geralmente uma televisão ou um monitor. O termo videogame também é amplamente utilizado para se referir ao console onde os jogos são processados.

Em 1958 o físico William Higinbotham que havia trabalhado na primeira bomba atómica transformou duas linhas rudimentares e uma bola na primeira experiência interativa de entretenimento em computador. Tênis para dois.

Ambas as Indústrias tiveram seu início no Século XX, pois apesar de termos relatos de tiras em quadrinhos no final do Século XIX, os quadrinhos e os videogames só se tornariam uma indústria mais à frente.


Histórias em Quadrinhos



Alguns profissionais da área consideram até a arte das cavernas como o primeiro sinal de uma arte seqüencial, outros afirmam que somente no fim do século XIX, com a publicação de The Yellow Kid (O menino amarelo), os quadrinhos tiveram seu nascimento.

A massificação dos quadrinhos deu-se de forma mais acelerada que a dos jogos eletrônicos, principalmente, pelo fato de não necessitar de máquinas avançadas como os videogames e de ser uma forma de leitura mais interativa do que a os jornais da época. Tendo seu surgimento de sua indústria no final dos anos 30, deixando se ser apenas tiras em jornais dominicais e passando a ter publicações próprias.

O primeiro grande símbolo dos Gibis (como é carinhosamente chamado no Brasil) é o Superman, criado em 1938 por Jerry Siegel e Joe Shuster e publicado pela National Comics, o Superman se tornou um ícone americano e pioneiro dos heróis em quadrinhos. Seu pioneirismo traria no ano seguinte o maior detetive do mundo: o Batman.



A National comics em seguida mudaria seu nome para DC comics, como é conhecida até hoje, além de ser a casa de heróis como: Lanterna Verde, Mulher Maravilha, Flash entre tantos outros.

A DC não tinha muita concorrência, exceto por uma pequena editora que vendia mal, chamada Timely, tendo como seus principais personagens Namor e Tocha Humana.

Durante a década de 50 os quadrinhos de super-heróis tiveram diversas baixas após a publicação de um livro que dizia que quadrinhos transformavam os jovens em gays e comunistas.

Na década de 60 a DC viu sua hegemonia em Quadrinhos ser contrariada Pela antiga Timely, Agora com o nome de Marvel Comics e sob a batuta de um jovem promissor chamado Stan Lee, a Marvel criou diversos personagens, como Thor, Hulk, Homem de Ferro, Capitão América e os heróis mais lucrativos até os dias de hoje: Homem aranha e X-men.



Com o tempo a Marvel se tornou líder de vendas de Gibis e continua no topo até hoje.
A indústria de quadrinhos sempre foi recriminada, sendo considerada uma leitura para preguiçosos que não sabiam o valor de um livro.

O grande problema é que isso vem até os dias de hoje. Poucas pessoas Sabem que “Watchmen” (criado por Alan Moore e Dave Gibbons) está na lista de 100 melhores Romances do Século XX. Que a obra “Maus” (Criada por Art Apielgeman) ganhou um pulitzer de obra literária.
O mercado de quadrinhos vem crescendo cada vez mais, superando até mesmo a indústria fonográfica.

O grande empecilho para sua popularização maior é a falta de popularidade entre aqueles que não prezam a leitura e a falta do devido respeito daqueles que são leitores de livros. Além do quadrinhos, de super-heróis, criarem um universo muito extenso, causando talvez um desconforto para um “leigo” iniciar a leitura.

Videogames




Os Videogames tiveram seu primeiro suspiro de existência no ano de 1912 com a criação de um computador mecânico que rodava jogos de xadrez. O primeiro jogo para computadores foi criado nos Estados Unidos, mais exatamente no laboratório de pesquisas militares Brookhaven National Laboratory. O programa se chamava Tênis para Dois e era exibido na tela de um osciloscópio. Uma simulação bem simplificada do desporto. Um ponto piscando representava a bola e dois jogadores controlavam barras que serviam de raquetes. O jogo nunca saiu do laboratório.

A massificação deste tipo de entretenimento ocorreu no início da década de 70, quando o jogo Galaxy Game é o primeiro fliperama a operar com moedas, se tornando a primeira investida lucrativa em um jogo.

Em 1977 a Ataria lança o videogame caseiro (que também fica conhecido como Console) Atari Video Computer system (VCS), também conhecido como Atari 2600, as vendas são razoáveis, mas só viriam a disparar com o lançamento de Space Invaders em 1980.

Ao contrário dos Quadrinhos, os games tiveram uma aceitação maior do público, por se tratar de algo visual, interativo e envolvendo quase nenhuma leitura em seu surgimento, os videogames se tornaram populares entre crianças, jovens e adultos.

Com o tempo novos temas começaram a surgir para os jogos: esportes, corridas, terror, luta e plataforma. O nome plataforma foi concebido pela razão de quando surgiu envolver sempre saltar em plataformas ou níveis superiores, com o tempo e o surgimento de gráficos 3D o sistema plataforma mudou, mas o nome permaneceu.

Durante essa expansão de temas os videogames (ao contrário do que se esperava) foram perseguidos e taxados e violentos e contra os bons costumes, por conterem jogos violentos e que transformavam as crianças em alienadas. Esse é o ponto defendido por muitos onde o videogame é rotulado como um item “nerd”

Após uma grande influência na mídia dos anos 80, contando com o lançamento de Super Mario Bros. Do Nintendo entertainment System (NES) e do Game boy, o videogame portátil de maior sucesso comercial, os videogames, apesar de todos os contras, alavancaram suas vendas na década seguinte.

Nintendo e Sega, esses eram os nomes das maiores empresas de Games do início da década de 90, o Super Nintendo Entertainment System (SNES ou Super Nintendo) e o Mega drive eram rivais que lançavam dezenas de jogos por mês em busca da liderança do mercado. Esta rivalidade também se deu entre as mascotes de cada empresa, respectivamente, Mario e Sonic.



Em 1993, Virtua figther é lançado para fliperamas e dá início à uma nova fase dos videogames: a era 3D.

Em 1994 a tecnologia 3D Chega aos Videogames Caseiros, o Lançamento do Playstation da Sony surpreendeu seus concorrentes e abriu uma nova concorrência no mercado. Tendo em vista não ficar em segundo lugar a Nintendo lança o Nintendo 64 e a sega lança sua maior e última obra no mercado de Consoles, o Dreamcast.

O 3D possibilitou uma aproximação maior da realidade com os jogos, desenhos e imagens de pessoas fotografadas eram substituídos por construtos poligonais.

Novamente os videogames sofrem denúncias, após o massacre na escola americana de Columbine as autoridades acusam o jogo simulador de Tiro (FPS) Doom, de influenciar a mente dos jovens atiradores.
Era visível que os videogames eram discriminados por ser uma mídia “Vulgar”. A quantidade de jogadores novos era diretamente proporcional a dos que largavam, seja obrigado ou por vontade própria.
Apesar de todas as calúnias, a indústria se manteve firme e continuou a conquistar cada vez mais um público fora do rótulo “nerd”.

A guerra dos videogames teve sua primeira baixa, o dreamcast foi um investimento muito alto e não obteve o retorno necessário. A Sega fechou suas portas para fabricação de consoles, passando apenas a fazer jogos.

O mercado dos jogos eletrônicos conheceu seu mais novo líder: o Playstation ultrapassa a antiga campeã Nintendo em popularidade e vendas.

Com o início do novo milênio a Tecnologia 3D se aprimora, são lançados no mercado os mais novos modelos de console: Playstation 2 da Sony, Gamecube da Nintendo e o novo concorrente Xbox da mega corporação Microsoft.

A chegada do novo milênio trouxe grande ajuda aos jogos eletrônicos, a tecnologia cada vez mais é vista como algo necessário e diversos estudos comprovaram que os videogames ajudam no raciocínio e coordenação motora dos jovens.

A nova geração consagrou o Playstation 2 como videogame mais vendidos de todos os tempos até hoje. Deixando, em popularidade, Gamecube e Xbox em segundo e terceiro lugar.



Em 2004 a tecnologia chega aos portáteis com o lançamento do Nintendo DS e o Playstantion Portable (PSP)

2006. O início da geração de Consoles de alta definição e interatividade maior.

O Nintendo Wii, utiliza o controle que reage à movimentos do jogador simulado de forma realista alguns esportes. O Playstation 3 da Sony utiliza-se da tecnologia Blu-ray e Junto com o Xbox 360 criam jogos que permitem ao jogador jogar simultaneamente jogar com milhares de pessoas ao redor do mundo de maneira Online.

Os videogames hoje são muito populares, mas ainda são vistos como algo sem valor, seu reconhecimento é maior que da indústria de quadrinhos por ser algo mais interativo e moderno, mas ainda tem muito que ser feito.

Bibliografia:
almanaque dos Quadrinhos, Carlos patati e Flávio Braga. Editora Ediouro
Guinness World Record 2009 Games. Robert Cave. Editora Ediouro